
Um casal foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) após usar notas falsas em um pequeno comércio de Volta Grande, na Zona da Mata, a cerca de 150 quilômetros de Juiz de Fora. A prisão ocorreu na manhã de quinta-feira (13) e é a segunda registrada pela PF em dois dias na região por circulação de dinheiro falsificado. O primeiro caso ocorreu em São João del-Rei, no Campo das Vertentes, onde um homem também foi preso em flagrante.

O caso teve início após o comerciante desconfiar da veracidade das notas apresentadas pelo casal de suspeitos e acionar a Polícia Militar. os militares constataram a possível falsidade das notas e levaram a dupla à Delegacia de Polícia Federal em Juiz de Fora. No local, o auto de prisão em flagrante foi lavrado e o casal autuado pelo crime de introdução e circulação de moeda falsa. Junto deles, a PF encontrou R$ 750 em cédulas falsas e equipamentos eletrônicos. Todo o material foi apreendido.
A Polícia Federal informou que as investigações sobre o caso continuam e fez um alerta para a população. A recomendação é que todos tenham atenção redobrada ao receber cédulas em transações comerciais e, em caso de suspeita de falsificação, os canais oficiais de denuncias devem ser utilizados.
R$ 8 mil em notas falsas
Esse é o segundo caso de uso de notas falsas sendo identificado e desmantelado pela Policia Federal em dois dias. Um dia antes, na quarta-feira (12), um homem foi preso em flagrante com cerca de R$ 8 mil em notas falsas durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em São João del-Rei, a cerca de 155 quilômetros de Juiz de Fora.
Apesar da semelhança entre as ocorrências, a prisão em São João del-Rei é resultado de uma linha de investigação distinta. Segundo a Polícia Federal, as apurações começaram após a identificação de movimentações relacionadas à compra de cédulas falsas, principalmente por meio de plataformas digitais e serviços de entrega.
A partir desses indícios, os investigadores passaram a rastrear a origem do dinheiro falsificado e a possível existência de uma rede responsável pela distribuição das notas. A PF busca agora esclarecer como o esquema funcionava e identificar outros possíveis envolvidos, além do suspeito já preso.

