O ator Jaafar Jackson, 30, sobrinho do cantor Michael Jackson, que também interpretou o astro na cinebiografia “Michael”, disse que, na sequência, espera ver as críticas e acusações enfrentadas pelo Rei do Pop na década de 1990 “do ponto de vista dele”.
Em uma entrevista para a revista GQ, Jaafar disse que o roteiro ainda está em desenvolvimento, mas que o segundo filme dará mais informações sobre as polêmicas e a visão de Michael sobre elas.
“Acho que o segundo filme dará ainda mais informações do ponto de vista dele, porque, no fim das contas, [as acusações] sempre vêm de outra pessoa. É a história de outra pessoa. É a visão de outra pessoa sobre o que é, e é motivada principalmente por uma agenda”, disse o ator.
“E esse é realmente o problema que temos enfrentado como família – a voz de Michael não ser ouvida. Acho isso muito, muito importante, especialmente nos últimos anos”, completou.
Apesar do sucesso estrondoso de “Michael” após o lançamento, em abril deste ano, o longa foi criticado por omitir as alegações de abuso infantil enfrentadas pelo cantor na década de 1990 e no início dos anos 2000.
Além disso, no mesmo mês do lançamento, o astro do pop foi alvo de um novo processo de acusação por abuso sexual.
Sobre a trama de Michael
Marcado pela direção de Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento” e “Invasão à Casa Branca”), o filme conta com o protagonismo de Juliano Valdi e Jaafar Jackson como o Rei do Pop em diferentes fases de sua vida.
A cinebiografia se consagrou o maior lançamento da história da Universal Pictures no Brasil. Segundo dados do estúdio, o filme alcançou a marca de 6,8 milhões de espectadores nos cinemas nacionais e arrecadou mais de R$ 150 milhões em bilheteria.
Já em bilheteria mundial, o longa ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão, o equivalente a R$ 5,1 bilhões.
Segundo fontes ouvidas pela Variety, a sequência parte deve chegar aos cinemas entre 2027 e 2028.
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