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Uma pesquisa do Instituto Locomotiva revelou que 87% dos motoristas brasileiros considerariam comprar um carro elétrico. O levantamento aponta que a economia com combustíveis é o principal motivo para o interesse nesse tipo de veículo, embora o preço de aquisição ainda seja um obstáculo para os consumidores.

De acordo com o estudo, quase nove em cada dez motoristas afirmaram que “provavelmente” ou “com certeza” considerariam adquirir um modelo elétrico. Entre os entrevistados dispostos a realizar a compra, 78% citaram a redução dos gastos com combustíveis como o principal incentivo.

Além disso, 76% dos participantes acreditam que, mesmo com um valor inicial mais elevado, o investimento em um carro elétrico pode ser compensado pela economia ao longo do tempo.

Apesar do interesse, a pesquisa indica que o custo de aquisição ainda limita o acesso aos veículos elétricos. Segundo o Instituto Locomotiva, 84% dos entrevistados afirmaram que certamente considerariam comprar um modelo caso os preços fossem mais acessíveis.

“O carro elétrico já entrou no horizonte de escolha do brasileiro. O interesse existe e a economia no uso é uma vantagem que o consumidor já consegue enxergar, especialmente quando o custo dos combustíveis pesa mais no orçamento”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. “O ponto de tensão está em transformar essa disposição em compra: enquanto o preço de entrada continuar alto, parte desse interesse não vira acesso”, acrescenta.

Para Meirelles, a ampliação do mercado de veículos elétricos depende de uma maior aproximação entre o preço de compra e a economia percebida pelos motoristas durante o uso. Outro fator considerado necessário é a expansão da infraestrutura de recarga, com mais opções e facilidades para abastecer as baterias.

O levantamento ouviu 1,3 mil motoristas brasileiros por meio de entrevistas digitais realizadas entre os dias 1º e 10 de julho.

Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

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Conteúdo agregado automaticamente da fonte Tribuna de Minas. Os créditos da reportagem original pertencem ao veículo de origem.

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