O advogado Carlos Eduardo Sodré, 80 anos, concorre a uma das duas vagas da Bahia ao Senado Federal pelo partido MOBILIZA (Mobilização Nacional). Os suplentes Marcos Espinheira e Lilian Cardoso, da mesma sigla, concorrem ao lado de Sodré nas eleições de 2026.

Divorciado, ele nasceu em 30 de agosto de 1946 no município de Itapé, no sul da Bahia. Além de exercer o Direito, o candidato também realizou diversas atividades profissionais. No jornalismo, ele foi repórter na Rádio Jornal e no Diário de Itabuna, Também foi assessor do Departamento de Educação, Cultura e Assistência Social do município, ambos nos anos 1960.

Sodré é procurador federal aposentado da AGU (Advocacia-Geral da União), foi subsecretário estadual da Agricultura, presidente do Conselho Nacional de Política Criminal, chefe de gabinete da SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização) e integrante do CNPCP (Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias).

O candidato já foi professor e escritor, é cônsul honorário da Costa do Marfim em Salvador e ganhou diversas honrarias ao longo da carreira. Em 2022, ele foi homenageado com a Comenda 2 de Julho, a mais alta honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia, após relevantes serviços públicos prestados ao Estado.

Propostas e declaração de bens

Carlos Sodré concorreu ao cargo de prefeito de Itapé pelo PHS (Partido Humanista da Solidariedade) nas eleições de 2022, mas não se elegeu.

Este ano, ele declarou patrimônio de R$ 561 mil à Justiça Eleitoral. A relação informada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) reúne um veículo avaliado em R$ 161 mil e um imóvel rural no valor de R$ 400 mil. Os valores são autodeclarados pelos candidatos.

Se eleito ao Senado, Sodré promete um mandato independente, sem alinhamento com nenhum lado. Ele também busca um governo voltado às demandas do interesse do interior baiano, como a agricultura e a infraestrutura rodoviária.

Quem são os candidatos ao Senado pela Bahia em 2026