Ruby Ray, irmã da modelo Sahara Ray, que morreu neste domingo (18) aos 34 anos, fez uma homenagem nas redes sociais falando mais sobre a relação entre as parentes.
“A alma mais cheia de vida, inteligente, hilária, bondosa, empática e deslumbrante. Uma força da natureza. Uma luz tão brilhante que este mundo parece impossivelmente mais escuro sem ela aqui. Sahara passou desta vida para outra, e eu fico tentando entender como alguém tão cheia de vida já não pode estar aqui para vivê-la”, escreveu nesta segunda-feira (19).
Ela escreveu que admira a irmã desde que nasceu e a considera um lugar de aconchego e amor. Para ela, Sahara é a pessoa mais incrível que já existiu.
“Como é cruel amar alguém tão profundamente e não ter para onde direcionar esse amor. Ter uma vida inteira de memórias para trás, mas nenhum amanhã mais juntas. Acho que não existem palavras em nenhum idioma capazes de suportar o peso desta dor no coração”, disse.
Ruby continuou a homenagem, lamentando a dor do luto e relatando que descobriu uma angústia que atinge lugares que ela nem sabia que existiam.
“Eu só queria a minha irmã mais velha. Eu queria mais tempo. Mais risadas. Mais conversas. Mais dela. Se só o amor pudesse ter mantido você aqui, Sahara, você teria vivido mil vidas. Vou passar o resto da minha vida amando você”, terminou o texto.
Quem foi Sahara Ray?
A modelo, que morreu aos 34 anos, ficou conhecida por ter aparecido ao lado de cantores famosos como Justin Bieber, 32, e Cody Simpson, 29, e por ser filha do lendário surfista australiano Tony Ray, 61.
Sua carreira chegou ao auge no começo da década de 2010 e, alguns anos depois, ela fundou sua própria marca de moda praia, Sahara Ray Swim. Nas redes sociais, Sahara somava cerca de 900 mil seguidores e costumava compartilhar momentos de sua gravidez e de sua filha, que nasceu no início de 2026.
Em 2024, a modelo foi atropelada por um motorista embriagado e começou a apresentar sintomas neurológicos graves, incluindo dormência, formigamento e fraqueza progressiva.
Nas redes sociais, ela relatou que, após o trauma, não conseguia comer e teve sentimentos depressivos.
No mesmo desabafo, a australiana revelou que estava lidando com as consequências da síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que pode causar fraqueza ou paralisia muscular.
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