Francesco Totti é um dos maiores ídolos da história da Roma, porém, guarda uma mágoa de figuras do clube. De acordo com o ex-jogador, a aposentadoria do clube da capital foi “forçada”.

Para definir o sentimento daquele dia, Totti frisou que uma parte de si morreu. Ele falou sobre o assunto na apresentação de sua autobiografia, chamada de “Olten”.

“Em certo sentido, morri. Foi uma despedida forçada, que eu não queria. Fui o último a saber da minha aposentadoria. Aceitei a decisão da diretoria, mas tinha medo de virar a página”, disse.

A despedida aconteceu no dia 28 de maio de 2017, em vitória por 3 a 2 sobre o Genoa, num Estádio Olímpico completamente lotado que reverenciou o camisa 10. Foram 25 temporadas de serviço na Roma.

Totti passou a carreira inteira na Roma, pela qual conquistou cinco títulos: um Campeonato Italiano (2001), duas Copas da Itália (2007 e 2008) e duas Supercopas da Itália (2001 e 2008).

Logo que pendurou as chuteiras, Totti assumiu um cargo na diretoria da Roma. Ele passou dois anos no futebol, mas deixou o clube criticando dirigentes e aumentando o clima de tensão entre as partes.

Uefa define sedes das finais da Champions League de 2028 e 2029; veja