Pesquisa do PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (27) mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) empatam tecnicamente em eventual segundo turno. O petista tem 45% das intenções de voto, contra 44% do parlamentar.
Em comparação com a rodada anterior, divulgada em 13 de agosto, ambos os candidatos ao Palácio do Planalto registraram queda de um ponto percentual nas intenções de voto. Lula registrou 46% e Flávio, 45%.
O percentual de brancos e nulos teve alta de 8% para 9%. Já os que disseram não saber em quem votar aumentaram de 1% a 2%.
Também foram testados outros cenários de segundo turno com Lula. Segundo o levantamento, só o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) venceria o petista. O chefe do Executivo tem 43%, contra 44% do goiano.
Contra o ex-governador Romeu Zema (Novo), Lula somou 44%, enquanto o mineiro registrou 43%.
Em eventual segundo turno com o presidente nacional do Missão, Renan Santos, o chefe do Executivo pontuou 44%. Já o adversário tem 37%.
Na comparação com a última rodada, Lula registrou queda nas intenções de voto em todos os cenários. Contra Renan Santos e Zema, a oscilação foi de dois pontos percentuais. Diante de Caiado, a variação foi de um ponto percentual. Com exceção de Flávio, os demais presidenciáveis mantiveram-se estáveis.
Lula e Flávio isolados na liderança
O levantamento mostrou também que o chefe do Executivo e o senador se mantiveram isolados na liderança do primeiro turno. Lula registrou 38% e Flávio, 35%.
Renan Santos, Caiado e o escritor Augusto Cury (Avante) estão com 4% das intenções de voto. Na sequência, apareceu o empresário Pablo Marçal (PRTB) com 3%.
Zema e o professor Hertz Dias (PSTU) somaram 2%. A dentista Samara Martins (UP) e o professor Edmilson Costa (PCB) tiveram 1%.
A advogada Clariana Brandão (DC), o jornalista Rui Costa Pimenta (PCO) e o veterinário Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram.
De 23 a 26 de agosto, o PoderData entrevistou 2.400 pessoas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com taxa de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 21 de agosto com o número BR-04974/2026.
