chuva ibitipoca
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Foto: Reprodução Redes Sociais

As aulas da Escola Municipal Padre Carlos, em Conceição do Ibitipoca, distrito de Lima Duarte, foram suspensas nesta quarta-feira (16) após uma forte chuva acompanhada de granizo provocar transtornos na unidade. Segundo o diretor da escola, Amarildo Geraldo Delgado, as crianças que haviam chegado ao local foram liberadas depois que a água inundou o pátio e atingiu uma obra na cozinha da instituição. 

Com o espaço afetado, não foi possível preparar a merenda dos alunos. A direção decidiu, então, pela liberação das crianças. De acordo com dados do equipamento meteorológico instalado no Parque Estadual do Ibitipoca, foram registrados 42,4 milímetros de chuva nas últimas 24 horas. 

O episódio também gerou manifestações de moradores do distrito. Em uma mensagem compartilhada em um grupo local, um morador relatou ter ido levar a filha à escola nesta quarta-feira e se deparou com a situação. No texto, o morador pede que a situação seja divulgada e chama a atenção para o fato de a escola ser a única da localidade. Segundo ele, a comunidade estaria preocupada com as condições oferecidas às crianças. 

A reportagem procurou a Prefeitura de Lima Duarte para saber se as aulas serão retomadas normalmente nesta quinta-feira (17), quais providências estão sendo tomadas na escola e se há previsão de reparos na área atingida pela chuva. 

Problemas com chuva já haviam suspendido aulas em fevereiro

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Foto: Reprodução Redes Sociais

Os transtornos provocados pela chuva na Escola Municipal Padre Carlos, em Conceição do Ibitipoca, não são recentes. Em fevereiro deste ano, a unidade chegou a ter as aulas suspensas por causa de infiltrações e vazamentos em salas de aula e na cozinha. Na ocasião, uma vistoria da Defesa Civil identificou irregularidades na estrutura e determinou a interdição do prédio para a realização de reparos. 

As atividades chegaram a ser retomadas por dois dias, mas novas chuvas provocaram novamente infiltrações no prédio antigo e levaram à suspensão das aulas. Segundo o diretor, em entrevista à Tribuna na época, os problemas estruturais já vinham sendo apontados antes da interdição. Ele afirmou, em março, que vinha alertando sobre a necessidade de uma intervenção mais ampla desde que assumiu a direção, cerca de um ano antes. 

Naquele momento, a Prefeitura de Lima Duarte informou à Tribuna que havia realizado reparos emergenciais no telhado e no sistema de calhas e afirmou que a unidade estava apta e segura para receber os alunos. A parte nova da escola, porém, permanecia em obras e isolada dos estudantes. 

Agora, seis meses depois, a chuva volta a provocar transtornos na unidade.