A Polícia Penal apreendeu, nesta quarta-feira (9), 28 celulares e cerca de um quilo de drogas em quatro unidades prisionais no Rio de Janeiro.

As revistas ocorreram no Presídio Romeiro Neto, em Magé; no Instituto Penal Edgar Costa, em Niterói; na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu; e no Presídio Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó.

As ações fazem parte da Operação Illicitus, iniciada em agosto com o objetivo de combater o crime organizado dentro do sistema prisional e interromper a comunicação entre integrantes de facções que estão presos e aqueles que permanecem em liberdade.

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), os alvos permanentes das diligências são detentos, visitantes e policiais penais que estejam, eventualmente, envolvidos ou facilitando práticas ilegais dentro das unidades prisionais.

Desde o início da operação, já foram apreendidos mais de 700 celulares e mais de nove quilos de drogas em estabelecimentos prisionais do estado.

Desde o início da Operação Illicitus, que começou em agosto, já foram apreendidos mais de 700 celulares e mais de nove quilos de drogas em estabelecimentos prisionais do estado.

No mesmo período, 12 visitantes foram presos ao tentar ingressar com materiais proibidos em unidades do sistema. Dois policiais penais também foram flagrados durante as ações.

Segundo a Seppen, as operações são realizadas de forma sistemática e contam com a atuação integrada das subsecretarias Operacional e de Inteligência, além da Corregedoria-Geral da instituição.

As revistas também utilizam recursos tecnológicos, como scanners corporais, para auxiliar na identificação de materiais proibidos durante o acesso às unidades prisionais.

A Secretaria afirma que as ações têm como objetivo enfraquecer a atuação do crime organizado no sistema prisional e reforçar a segurança nos estabelecimentos penitenciários do estado.

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