O rapper norte-americano Sean “Diddy” Combs, 56, foi transportado da prisão federal na qual está detido durante a madrugada do último sábado (10) após uma emergência médica. A informação é do portal TMZ.
Segundo as fontes ouvidas pelo site, Diddy deixou as dependências em Nova Jersey para receber tratamento depois de ter sofrido um ferimento na cabeça. Até o momento, porém, o portal não identificou o motivo por trás do machucado nem para qual unidade hospitalar próxima ele teria sido transferido temporariamente.
A fonte do TMZ informou que a ambulância que levou o compositor saiu do complexo prisional FCI Fort Dix por volta da 1h da manhã no horário local. De acordo com as informações iniciais, o ferimento não teria sido fatal e, no momento em que foi levado ao hospital, ele “estava consciente e falando”.
No final de setembro, o site norte-americano já tinha adiantado que a previsão de soltura do cantor teria sido novamente ajustada no processo de remissão de pena da Justiça dos Estados Unidos. A primeira data estipulada pelo tribunal era 5 de fevereiro de 2028. Agora, após o reajuste, a previsão do Departamento Federal de Prisões dos EUA é de que Diddy esteja livre no dia 20 de janeiro de 2028.
A nova data aponta para o retorno da remissão de pena do rapper, que havia sido freada após o dono de hits como “Last Night” e “Bump Bump Bump” protagonizar uma briga na cadeia e ser colocado na solitária, no final de julho.
Até o momento, o artista já conseguiu cinco meses de remissão, ao todo, já que sua data de soltura inicial estava marcada para julho de 2028.
Relembre a sentença de Diddy
Sean “Diddy” Combs foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão por duas acusações de transporte para fins de prostituição, em Nova York. No mesmo julgamento, os jurados absolveram Diddy de outras acusações que estavam no centro do caso, como tráfico sexual e conspiração para extorsão.
Responsável por impulsionar nomes como Mary J. Blidge, Usher, The Notorious B.I.G. e Cassie, o rapper segue apelando para anular a sentença. Sua defesa alega que os encontros analisados no caso foram consensuais e a punição determinada pelo tribunal foi excessiva.
*Publicada por Luiza Zequim, da CNN Brasil, com informações de Flávio Ismerim. Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil

