O perfil oficial do ex-presidente da venezuela, Nicolás Maduro, publicou duas foto o ex-mandatário venezuelano, que esta preso dos Estados Unidos desde janeiro deste ano, quando foi capturado pro forças armadas norte-americanas.
Na publicação, Maduro aparece com um moletom cinza, um tênis branco, sorrindo e fazendo gestos com os dedos das mãos. As duas publicações vieram acompanhadas de um texto que juntos diziam:
“Pequeno presente de amor e esperança. Envio essas fotos como um pequeno presente a todos os meus netos e netas, aos meninos e meninas e a toda as pessoas nobres que nos amam. Quero que saibam que estamos firmes, com o coração cheio de amor de vocês, esse amor que chega até a gente é convertido em oração, em ações permanentes, em solidariedade e em apoio verdadeiro. Obrigada pelas infinitas palavras, por cadas gesto e por cada benção”, escreveu o perfil.
A publicação, a mais recente desde que ele foi detido, vem mais de um mês depois dos promoteres federais dos Estados Unidos ropuseram que o julgamento do líder venezuelano e de sua esposa, Cilia Flores, comece em junho de 2027.
A proposta foi apresentada em um documento judicial antes de uma audiência marcada em um tribunal federal de Manhattan, em Nova York. O calendário ainda precisa ser aprovado pelo juiz federal Alvin Hellerstein, responsável pelo caso.
Parceria EUA x Venezuela
No dia 28 de agosto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos e a Venezuela fecharam um acordo petrolífero – classificado como o maior da história mundial – que garante aos EUA o controle majoritário de 65 bilhões de barris de reservas provadas de petróleo.
Em uma publicação na Truth Social, o presidente descreveu o acordo como “o maior acordo petrolífero da história do mundo” e afirmou que o pacto permitirá aos Estados Unidos mais que dobrar suas reservas de petróleo bruto.
A Venezuela é o país com as maiores reservas conhecidas de petróleo do mundo. Atualmente, o país cerca de 1,25 milhão de barris de petróleo bruto por dia. Desde janeiro, quando Nícolas Maduro foi capturado por militares dos Estados Unidos, Delcy Rodríguez foi empossada como presidente e de início ao governo interino na Venezuela sob a pressão de atender às demandas energéticas dos Estados Unidos e de reorganizar o chavismo sem Nicolás Maduro.
