O MDB do Rio Grande do Sul oficializou, neste sábado (1º), a candidatura de Gabriel Souza a governador do Estado. Desde 2022, o emedebista é vice-governador de Eduardo Leite (PSD).

A convenção do partido ocorreu no Teatro Dante Barone da ALRS (Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre.

Integram a chapa majoritária como vice Ernani Polo (PSD) e, para o Senado, o ex-governador Germano Rigotto (MDB) e o deputado estadual Frederico Antunes (PSD). A coligação reúne MDB, PSD, PRD, Solidariedade, União Brasil e Agir.

Entre outros políticos, estiveram presentes na cerimônia, o governador do RS, Eduardo Leite (PSD), e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB).

Esta é a primeira vez que Gabriel Souza concorre ao Palácio Piratini. Antes de exercer o cargo de vice-governador, o candidato foi deputado estadual por dois mandatos.

Em 2022, Gabriel Souza desistiu de concorrer ao governo do estado para se tornar vice de Eduardo Leite, que na época estava no PSDB.

O acordo foi uma exigência do PSDB nacional em troca do apoio do partido à candidatura de Simone Tebet, pelo MDB, à Presidência da República.

Durante a convenção, Gabriel disse ser a única opção entre dois candidatos que tem aparecido liderando as pesquisas de intenção de voto. O emedebista se colocou como alternativa ao “extremo”.

“Nessas eleições, eu vou enfrentar a esquerda novamente, que agora não se veste mais com as cores, com número e com o símbolo daquele partido que governou e quebrou o Rio Grande. Não é mais o PT, é verdade, mas é sabor PT”, disse Gabriel em referência à concorrente do PDT ao governo do Estado, Juliana Brizola.

Por outro lado, o candidato do MDB disse que a direita encabeça nestas eleições pelo candidato ao Piratini Luciano Zucco, do PL, é só “crítica, radicalismo e falta de apresentação de propostas”.

“Falam tanto criticando o que nós fizemos que, certamente se viessem a ganhar as eleições, destruiriam tudo que nós fizemos, todos os avanços. Não tem uma proposta, não consegue estabelecer um raciocínio lógico para estabelecer uma política pública que venha, de fato, a melhorar a vida dos gaúchos”, concluiu.