Além da disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, os mais de 8,5 milhões de eleitores gaúchos também vão votar para duas vagas ao Senado nas eleições de outubro. Um dos candidatos é Germano Rigotto (PSTU), que tem Cairoli e Antonio Hohlfeldt, ambos do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), como suplentes na chapa.

Germano Antonio Rigotto tem 76 anos e é natural de Caxias do Sul (RS).

É formado em Odontologia e Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atuou como cirurgião-dentista e lecionou em um curso pré-vestibular e foi dirigente esportivo da Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias.

Ele iniciou a trajetória política em 1976, ao ser eleito vereador de Caxias do Sul. Mais tarde, em 1982, foi eleito deputado estadual, conquistando a reeleição em 1986. Neste período, foi líder de bancada do MDB e de governo.

Rigotto foi eleito deputado federal por três mandatos consecutivos, ocupando o cargo entre 1991 e 2002. Foi líder do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso.

Também coordenou a Bancada Gaúcha e o Núcleo Parlamentar de Estudos Tributários e Contábeis.

Ainda foi o relator da Lei Rouanet e do Programa Renda Mínima.

Em novembro de 2002, Rigotto foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Durante o mandato, o estado foi reconhecido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultur) devido à qualidade da educação.

Ele também recebeu títulos honoríficos, como a Ordem do Mérito Militar, do Exército; Mérito Tamandaré, da Marinha; Ordem de Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores; e Ordem do Mérito Santos Dumont, da Aeronáutica.

Rigotto declarou ao TSE que tem R$ 4.840.775,85 em bens. O valor está distribuído entre aplicações, imóveis, terrenos e uma participação societária da empresa G.R. Consultoria e Marketing LTDA.

Quem são os candidatos a governador do Rio Grande do Sul em 2026