Deputado federal por Pernambuco desde 2007, Eduardo da Fonte, de 53 anos, disputa uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026. Nascido no Recife, em 17 de outubro de 1972, ele está no sexto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e é filiado ao Progressistas (PP).
Antes de chegar ao Congresso, Eduardo da Fonte atuou como empresário. Sua trajetória eleitoral começou em 2006, quando foi eleito deputado federal pela primeira vez. Desde então, renovou o mandato em todas as eleições seguintes e passou a ocupar diferentes funções na Câmara.
A primeira eleição de Eduardo da Fonte ocorreu em 2006. Eleito para a Câmara dos Deputados por Pernambuco, iniciou o mandato em fevereiro de 2007. Em 2010, foi reeleito e recebeu 330.520 votos, segundo registros eleitorais.
Durante o segundo mandato, passou a ocupar posições na estrutura da Câmara. Em 2010, assumiu a segunda vice-presidência da Casa, função que exerceu até 2012. Também presidiu a Comissão de Minas e Energia em 2013 e, no mesmo ano, foi escolhido líder do PP na Câmara.
A atuação na área de energia se tornou uma das principais marcas do parlamentar. Ao longo dos anos, Eduardo da Fonte participou de debates relacionados ao setor elétrico e presidiu a Comissão de Minas e Energia. Também esteve à frente da CPI das Tarifas de Energia Elétrica.
Seis mandatos na Câmara
Em 2014, Eduardo da Fonte foi novamente eleito deputado federal, com 283.567 votos. Quatro anos depois, conquistou o quarto mandato consecutivo. Em 2022, foi reeleito para a Câmara e iniciou, em 2023, seu sexto mandato. Atualmente, permanece como deputado titular pelo PP de Pernambuco.
Ao longo da passagem pelo Congresso, ocupou outras funções além da liderança partidária e da presidência de comissão. Entre elas estão a segunda vice-presidência e a corregedoria da Câmara, além de postos em grupos parlamentares internacionais.
Na atual legislatura, Eduardo da Fonte integra comissões relacionadas à saúde e participa de discussões sobre políticas públicas e orçamento. Em 2026, também apresentou e assinou propostas em conjunto com outros parlamentares, incluindo projetos voltados à educação.
Atuação política
A trajetória de Eduardo da Fonte também foi marcada por diferentes posicionamentos em votações importantes no Congresso. Durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, votou pela admissibilidade do processo. No governo Michel Temer, votou a favor da PEC que estabeleceu o teto de gastos e, em 2017, votou contra a Reforma Trabalhista.
Ao longo dos mandatos, manteve atuação dentro do Progressistas e ampliou sua presença na política pernambucana. A articulação por recursos federais para municípios do Estado, especialmente nas áreas de saúde e infraestrutura, também passou a fazer parte de sua atuação parlamentar.
