O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu em discurso de 7 de setembro, transmitido neste domingo (6), a soberania do Brasil. “Precisamos nos manter fortes e altivos, sem baixar a cabeça, para não deixarmos que o Brasil se transforme, novamente, em colônia de outras potências estrangeiras. Não somos, e não seremos colônia de ninguém”, disse o presidente.
Lula também citou a reserva de terras raras e como o país tem a maior fonte de água doce do país. Ele também relembrou a descoberta de uma nova reserva de petróleo na Foz do Amazonas, na costa do Amapá, e citou o Marco Legal dos Minerais Críticos, aprovado pelo Senado na quarta-feira (2).
O presidente defendeu que esses recursos naturais são do povo brasileiro e agora poderão servir de desenvolvimento ao futuro da nação. “Estes recursos devem ser usados para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e gerando empregos de qualidade no Brasil. Essas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro”, completou.
Em relação ao livre comércio, o presidente reafirmou a liberdade econômica do país. “Nenhum país estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar, e para quem podemos vender. Somos um país soberano, e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém”.
Sem citar diretamente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1, Lula falou que a população precisa ter mais tempo para si e para a família.
Por fim, Lula disse que o Brasil tem “motivos de sobre do que se orgulhar” ao citar a Amazônia e a biodiversidade do país. “Somos exemplo na defesa do meio ambiente. Nossa riqueza cultural encanta o mundo. Somos referência mundial em transição energética e no enfrentamento da emergência climática que ameaça o futuro da humanidade”.
